quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
retrospectiva 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
O mundo não acaba amanhã, mas...
A frase foi pescada deste vídeo, que vale a pena ser visto não porque o mundo acaba amanhã, mas para a gente aprender a viver antes que seja tarde:
A partir dele, descobri o canal do Hospital Israelita Albert Einstein. Lá é possível acessar depoimentos e histórias de vida comoventes, mas inspiradores.
E depois de uma pesquisazinha rápida na internet, descobri um mundo novo acerca dos Cuidados Paliativos. Que bom que há quem se preocupe com isso. Melhor ainda que essa percepção tenha se sistematizado em uma área para os profissionais de saúde.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Polina Semionova
Linda, não?
Polina Semionova tinha somente dezoito anos quando gravou esse vídeo. Descobri que, na realidade, trata-se de um clipe musical de um artista pop germânico. Quem quiser assistir de novo ouvindo a música em alemão, clica aqui.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Ô coisa linda
Um certo amigo diria que Tan Hong Ming está em estado de graça.
:o)
quinta-feira, 22 de março de 2012
A mensagem in The Middle
Hoje confirmei essa suspeita. Como em cada capítulo do seriado, depois de vários desencontros, de exemplos de posturas politicamente incorretas, de trapalhadas mal intencionadas, surge um fato que revela o amor entre os membros dessa família e como eles superam suas imperfeições em nome desse sentimento. Este trecho do episódio de hoje me emocionou pela sua singeleza:
Lindo, não? O valor que os pequenos gestos possuem. Vida real é assim.
:o)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
minha retrospectiva
Neste ano, resolvi que ia deixar as imagens falarem por mim na minha retrospectiva:
Feliz 2012, gente!
p.s.: O "meu nunca" que aparece na minha "performance" ao som de Alanis Morissette tem origem neste blog aqui.
p.p.s.: Não deu para inserir o vídeo com as filmagens de NYC, porque Miss Independent não dura para sempre, rs, mas aqui está o pedaço que ficou de fora na edição final.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A volta de uma bailarina que não foi, mas agora é
Depois de onze anos parada, o desafio da vez em relação ao meu retorno ao balé é tentar não ser perfeita e só curtir. Agora, não preciso mais oferecer resistência ao movimento.
A bailarina que não foi não sabia fazer isso. A bailarina que agora é sabe.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Pobre Carrero World e uma metáfora para os relacionamentos
Engraçado, né? Sorrio toda vez que assisto.
No entanto, o vídeo acabou me trazendo uma questão séria. Lembrei o tempo em que pegava ônibus para ir para a faculdade ou para o trabalho. Um dia me ocorreu como era curioso que, pelo menos até a próxima parada, tantos estranhos tivessem em comum uma coisa: o mesmo destino.
E aí essa lembrança veio neste período em que participo das audiências de conciliação nos processos de Sistema Financeiro de Habitação. Pela primeira vez, vejo as pessoas que estão por trás daqueles processos sofridos contra a CEF. A experiência tem sido um verdadeiro observatório da condição humana. Dentre tantas coisas que presenciei somente nesta primeira semana, me chamou a atenção o caso de uma pessoa divorciada. Coube a ela ficar com o apartamento e a dívida. As amarguras eles dividiram entre si, creio eu.
Imaginei o que era estar no lugar daquela mulher. Como é quase cultural associar o casamento a um sucesso social, será que ela respirou aliviada quando se viu casada antes dos trinta anos? Será que ela pensou que era para sempre? Será que lhe faltou o chão quando viu que não seria?
O que ela fez quando o companheiro saltou do ônibus e ela permaneceu no veículo e o destino em comum que ela julgava longínquo só durou até aquela parada?
No final, isso me intriga. Cedo ou tarde, alguém sempre desce do ônibus antes do que o outro. Já vi um caso de os dois deixarem o veículo na mesma parada, apesar de não ser a que ambos queriam. Também testemunhei gente que não sai do ônibus de jeito algum e fica esperando por anos o outro subir de novo. Há ocasiões em que se pega o ônibus errado, e o jeito é saltar para não perder o caminho certo. Existe ainda quem sobe no ônibus que não devia pegar e só percebe tarde demais. E, por mais triste que seja, às vezes é a morte que leva consigo alguém e deixa outro alguém olhando pela janela, sem rumo, assistindo à saudade passar.
Invariavelmente, alguém sempre desce do ônibus. O destino em comum é interrompido. A expectativa não preenchida dói. O que aconteceu com o itinerário que se queria? Onde está o resto do caminho que ainda cabia na jornada? O que fazer com o caminho que resta?
Então percebo que o importante é saber que há outros ônibus para pegar.
Nem que se tenha de andar a pé um pouquinho.
sábado, 2 de julho de 2011
Someone Like You
I heard that you're settled down
That you found a girl and your married now
I heard that your dreams came true
Guess she gave you things, I didn't give to youOld friend
Why are you so shy
It ain't like you to hold back
Or hide from the lightI hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I hoped you'd see my face and that you'd be reminded
That for me, it isn't overNever mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeahYou'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summery haze
Bound by the surprise of our glory daysI hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I hoped you'd see my face and that you'd be reminded
That for me, it isn't over yetNever mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeahNothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes they're memories made
Who would have known how bitter-sweet this would tasteNever mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I beg, I remembered you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts insteadNever mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you too
Don't forget me, I beg, I remembered you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeah, yeah
Adorei essa música. Acho que vou virar fã da Adele. :o)
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
I See The Light - Tangled (Enrolados)
Este é um trechinho do filme:
Desconfio que, postando essa parte, em que eles unem as mãos e entoam juntos a canção, afastei qualquer possibilidade de o público masculino dar uma chance para Enrolados.
Que se há de fazer, né?
:o)
sábado, 6 de novembro de 2010
LDN de Lily Allen
:o)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Stand By Me - Playing For Change
Se não me falha a memória, tudo começou quando o cara que fundou o projeto ouviu um artista de rua chamado Roger Ridley cantar Stand By Me. Encantado com a performance do cantor, teve a ideia de levar essa mesma música a outros artistas para que somassem vozes e intrumentos à versão de Roger. O resultado é este aqui:
O site do Playing For Change pode ser acessado aqui. Recomendo ainda Don't Worry, em que vocês podem ouvir a voz linda da Tula.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Everybody's Changing
A versão ao vivo sempre me arrepia.
Recomendo cantar a plenos pulmões. :o)
Everybody's Changing
Keane
You say you wander your own land
But when I think about it
I don't see how you canYou're aching, you're breaking
And I can see the pain in your eyes
Says everybody's changing
And I don't know why(Chorus)
So little time, try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the sameYou're gone from here
(Chorus Twice)
Soon you will disappear
Fading into beautiful light
'Cause everybody's changing
And I don't feel right
So little time, try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I try to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same
sábado, 12 de junho de 2010
À quoi ça sert l'amour
Beijo pro meu amorzinho.
terça-feira, 9 de março de 2010
Agora a bailarina tem
Eu disse:
- Ah, lembrei de outra parte da música:
"Confessando bem todo mundo faz pecado
depois (sic) que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem"
Ele se compadeceu:
- Coitada da bailarina.
Então expliquei por que a bailarina não tem:
- Também pudera. Ela é toda perfeitinha. Não vive, não arrisca.
(Para saber como a bailarina é, ver a letra aqui.)
Gosto de pensar que não sou mais essa bailarina. Utilizando umas metáforas presentes nas minhas sessões de análise, vou dizer que comecei a deixar de ser essa bailarina quando saí da redoma e abri mão do elusivo (porque inexistente) manual "Leia-me que te ensinarei a viver sem dor".
É claro que ainda tenho muito em que progredir. Ainda dá nó na garganta quando caio da bicicleta (occupational hazzard de quem quer acompanhar o namorado ciclista), e a vontade de chorar surge não por causa da dor, mas porque - droga, como é que eu caio! Ainda fico pê da vida quando o meu chefe sugere uma estratégia melhor do que a minha porque - droga, como é que eu não pensei nisso antes? E ainda tenho vergonha de não saber fazer um procedimento no banco ou de desconhecer os passos de uma compra de apartamento porque - droga, como é que eu não sei disso?!
Pois é. Mas permanece o fato de que mudanças estão ocorrendo, e eu, eu que era tão avessa a elas, agora as acolho. Agora a bailarina tem.
E aproveito o ensejo para mostrar a Ciranda da Bailarina na voz do Chico Buarque:
Minha versão favorita é a da Adriana Partimpim (Adriana Calcanhoto para crianças), que não consegui incorporar no post, mas vocês podem conferir em http://www.youtube.com/watch?v=zlY9q2Ctz746.
Deixo ainda registrado que, na minha opinião, a Sandy assassinou a música quando cantou assim:
http://www.youtube.com/watch?v=Ey_tBkYp9ik. "CreolinaAAAA"! Credo.
domingo, 26 de julho de 2009
Você está aqui para ser feliz
Quem diria que posso tirar lição de vida de um comercial da Coca Cola?
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Porque é lindo
Deixando de blá-blá-blá, olhem só que legal:
A segunda parte vocês podem conferir em Tempo é areia.
domingo, 28 de junho de 2009
Everything
Uma letra dessas só podia ser da Alanis Morissette. Gosto muito de ver o quão humana ela se faz nessa composição, admitindo transitar entre polaridades, reconhecendo ser o que está sendo em cada instante. Há ainda uma aceitação de si por si e pelo outro que acho inspiradora.
Para quem não conhece, a letra é a seguinte:
I can be an asshole of the grandest kind
I can withhold like it's going out of style
I can be the moodiest baby and you've never met anyone
Who is as negative as I am sometimes
I am the wisest woman you've ever met
I am the kindest soul with whom you've connected
I have the bravest heart that you've ever seen
And you've never met anyone
Who is as positive as I am sometimes
You see everything
You see every part
You see all my light
And you love my dark
You dig everything
Of which I'm ashamed
There's not anything to which you can't relate
And you're still here
I blame everyone else not my own partaking
My passive aggressiveness can be devastating
I'm terrified and mistrusting
And you've never met anyone
Who is as closed down as I am sometimes
You see everything
You see every part
You see all my light
And you love my dark
You dig everything
Of which I'm ashamed
There's not anything to which you can't relate
And you're still here
What I resist persists and speaks louder than I know
What I resist you love no matter how low or high I go
I'm the funniest woman that you've ever known
I am the dullest woman that you've ever known
I'm the most gorgeous woman that you've ever known
And you've never met anyone
Who is as everything as I am sometimes
You see everything
You see every part
You see all my light
And you love my dark
You dig everything
Of which I'm ashamed
There's not anything to which you can't relate
And you're still here
And you're still here...
terça-feira, 12 de maio de 2009
Chiquitas - Ilona Mitrecey
É música de criança, eu sei.
Mas é tão bonitinho.
E dá até pra dizer: é música de criança francesa.
Tem coisa mais chique que isso?
Vi hoje na aula de francês. Achei melhor do que ouvir Aline e uma outra música lá, que era sobre amor, obstáculos, e uma porrada de coisa para a qual não tenho a mínima paciência no momento.