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terça-feira, 9 de outubro de 2012

That's Vegas, baby!

Continuando...

No quinto dia de viagem, deixamos Los Angeles de manhãzinha rumo a Las Vegas. Ficamos hospedados no Circus Circus Manor Motor Lodge (um anexo do hotel Circus Circus que oferece, por essa razão, tarifa mais em conta). Quartos enormes e confortáveis e estacionamento gratuito. Para quem se interessar, fica somente a ressalva de que inicialmente o banheiro deixou a desejar, mas que a situação foi solucionada mais tarde (a água do banho não escoava direito ralo abaixo).

Nosso primeiro evento em Vegas foi a feira do Mr. Olympia, campeonato internacional de fisiculturismo. Acompanhei a galera da Mega Gym, que estava promovendo a academia e fazendo contatos por lá.

Vestindo a camisa da Mega Gym!


A experiência da feira foi bem interessante. A gente passou o dia se entupindo de amostras grátis de barrinha de proteína e termogênico, rs. E vi cada coisa que não posso postar... ;o)
 

Jay Cutler, quatro vezes campeão do Mr. Olympia.

Não fui no segundo dia de feira, e por isso perdi a presença do Jon Jones lá:


Minha foto favorita. Kk e a gaiatice do Jon Jones.

Não fui no segundo dia de feira, porque estava guiando este pequeno carro por Las Vegas. Venci o medo de dirigir no exterior! O maior aprendizado do ano passado, o de que o medo da coisa é maior do que a coisa em si, se provou verdadeiro mais uma vez.


Foi um festival de freadas bruscas (quase dou de presente um traumatismo craniano para minha passageira), voltas desnecessárias e um leve vexame na hora de abastecer, mas deu tudo certo.

Fomos ainda a mais um espetáculo do Cirque de Soleil: LOVE. Imperdível para qualquer fã dos Beatles. AMEI!


O espetáculo acontece no The Mirage.

E caminhamos pela noite megalomaníaca de Las Vegas. Hotéis gigantescos e magníficos.


Luzes, luzes, luzes.



E eu ia perder a chance de fazer check-in no Caesar's Palace?
Flamingo.

Joguei U$1.00. Perdi U$1.00.
Depois foi pegar o caminho de volta para Los Angeles e embarcar para o Brasil. Muito bom voltar pra casa e matar a saudade de quem ficou. :o)

E é isso. Acho que encerrei o ciclo de viagens internacionais por enquanto. Afinal, foram quatro em dois anos, e o bolso já não suporta mais. Próximo ano é momento de eleger outras pioridades e de me organizar financeiramente para pôr o pé na estrada de novo em 2014.

Afinal, ainda tem tanta coisa para conhecer, aprender e viver, né?

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Viajando e aprendendo: Decolar.com nunca mais e Los Angeles!

Ando constatando uma obviedade: cada viagem é única. No meu caso, quando saio da terrinha por um período razoável de tempo, há sempre aprendizados e, na maioria das vezes, certas quebras. 

Hoje não vou falar dessas rupturas, mas de algo que aprendi antes mesmo de embarcar. 

NUNCA compre passagem aérea pela Decolar.com ou por empresas congêneres!

Gente, vocês não têm ideia da aflição... Zarpei daqui para os EUA sabendo que perderia a minha conexão na volta para o Brasil. A Delta fez uma alteração no primeiro voo, e eu só teria quarenta minutos para sair de um avião em Detroit e embarcar em outro para São Paulo. Liguei para a companhia para solucionar a situação, mas eles não podiam fazer nada, porque o dono da reserva era a Decolar.com. Eu devia entrar em contato primeiro com eles e solicitar urgência na modificação da reserva. Depois de várias tentativas, consegui falar com alguém da empresa, que me garantiu que meu voo seria alterado.

Ledo engano, desavergonhado engodo. Cheguei em solo norte americano e nada. No terceiro dia da viagem, desisti de esperar e liguei para a própria Delta nos EUA. A experiência foi um leve e divertido sufoco. Descobri: a) que minha pronúncia não deve ser esse balaio todo porque a atendente eletrônica, para meu desespero e impaciência, repetiu diversas vezes "Sorry, I did not understand"; b) é bem mais difícil falar inglês com um indiano se for por telefone (quando finalmente um representative de carne e osso me atendeu). O funcionário da Delta podia agora alterar meu voo porque, uma vez completado todo o trajeto da ida, a administração da reserva cabia à própria companhia aérea a partir daquele momento. Resolvi o problema (ufa!).

Agora, mitigo o terceiro parágrafo deste texto. Digo que EU nunca mais compro passagem pela Decolar.com ou por empresas congêneres. Meus amigos de viagem que adquiriram bilhetes aéreos do mesmo modo tiveram seus voos alterados antes de sairem do Brasil. Acho que dei azar. Mas aprendi que, quando se obtém passagem por meio de revendedoras aéreas online, cria-se um intermediário (distante) que dificulta todo o processo de qualquer alteração necessária. Como tudo na vida exige um custo, esse é o preço que você paga por adquirir tão felizmente voos mais baratos (os trechos ida e volta me saíram pouco mais de R$ 1.600,00 na época). Decidi que esse barato sai caro. Mas a cada um cabe fazer suas escolhas. 

Bom, compartilhada a lição, vamos às fotos!

A primeira parte da viagem foi a Califórnia. Ficamos em Los Angeles, demos um pulinho em Venice Beach e chegamos até Anaheim para conhecer a Disneyland

Esta foi a galera que embarcou na aventura da vez:

No aeroporto de Atlanta, enquanto aguardávamos nossa conexão para Los Angeles. A bandeira é da Mega Gym.

No segundo dia de viagem, fizemos um passeio show de bola demais. Quem é fã de seriados e filmes, vai adorar o Vip Tour da Warner. Compramos online, pelo preço de U$ 52.00. A gente entra nos sets de gravação, fica admirado de como eles são pequenos na vida real, rs, descobre uns segredos de bastidores e outras coisas mais. Muito legal conhecer os detalhes do processo de criação das séries. Soube, por exemplo, que, se uma determinada cena não arranca muitos risos da plateia, o roteiro é reescrito in loco, e os atores aprendem as novas falas naquele exato momento.

Visitamos os sets de The Big Bang Theory, Two and a half Men, Two Broke Girls e The Ellen Degeneres Show. Infelizmente fotos só são permitidas na parte externa.

Percebam que até na Califórnia sinto frio.

Também é muito divertida a cidade cenográfica que abriga os diversos estúdios. Esse verde aí atrás de nós é um pedacinho do Central Park fake da Warner. Foi nele que Rachel and Phoebe correram desajeitadamente num dos episódios de Friends. A foto abaixo é uma homenagem a isso . :o)

Carreira desembestada.

Então... então veio Friends... Como a série não está mais em produção, é permitido tirar fotos. Ainda bem. Foi um dos momentos mais felizes do tour!

O famoso sofá.

Os Gunthers!

Depois conhecemos também Venice Beach, enquanto a parte malhadona do grupo treinava na academia Gold's Gym de lá.

Mar de um azul de céu. Lindo.

Nesse dia, esticamos até Malibu, com direito a foto dentro do Mustang do R.!

Adicionar legenda
E então chegou a vez de conhecer a Disneyland, com direito a uma passadinha pela Rodeo Drive e por Bervely Hills antes.

Beverly Hills

O Disney Resort de lá comporta dois parques que concentram as principais atrações dos quatro parques temáticos da Disney World de Orlando. O Disneyland Park da Califórnia corresponde ao Magic Kingdom da Flórida. É sempre mágico porque é Disney, mas minha sugestão é que, se você quiser conhecer, visite o de Orlando. Mais shows, mais paradas, mais encanto ao se chegar no parque de ferryboat.  




Castelo da Bela Adormecida.
Ah, ainda curtimos também o espetáculo Iris do Cirque du Soleil em Los Angeles, apresentado no Dolby Theatre, aquele que abriga a cerimônia do Oscar (aham). Adorei sentar na segunda fila e pensar que uma celebridade já esteve no mesmo local.

Por último, quanto à hospedagem, ficamos no Days Inn Near Universal Studios. Os quartos são pequenos (e possuem um cheiro esquisito), o estacionamento é pago, o café da manhã é simples, um dos recepcionistas tem perda de memória seletiva, mas a localização é massa! Ficamos a três quadras da Calçada da Fama. Mais uma vez: a cada um cabe fazer suas escolhas.

Por enquanto é isso... Detesto fazer posts longos, mas achei que este pedia esse comprimento. Mais tarde, escrevo sobre Las Vegas.

:o)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Um admirável mundo (nem tão) novo (assim)

Olha só: primeiro post do Reflexos escrito no meu mais novo smartphone! Entrei tarde nesse mundo, mas o faço com o fascínio de uma criança. Gente, isso é bom (e viciante) demais!

Cá estou eu no meu intervalo de almoço, sentada na minha mesa cativa, escrevendo no meu blog graças ao aplicativo do blogger. Muito massa.

Falando em aplicativos, estou me divertindo à beça com o ToonCamera, que permite transformar fotografias em desenhos.

P.s.: Por fim, agradeço mais uma vez ao meu Betotitoti lindo pelo presente que me deu e pelo segundo mundo que me apresenta. O primeiro foi o seu. E ele sim é novo e colorido e divertido e humano. Bjo bjo

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

As viagens de agosto

Sei que todo mundo diz que o tempo anda voando. Janeiro estava bem ali, e, mal a gente espera, setembro bate à porta.

Compartilhei desse sentimento até agosto.

Agosto se enlargueceu tanto que pareceu não ter fim. Sério. Era como se, em cada final de semana, coubessem mais sete dias.

É que, quando a gente viaja, parece que a gente acumula mais vida dentro de um ínterim. Quem já não experimentou a sensação? "Parece que a gente tá aqui há uma semana", quando só se passaram, na verdade, dois dias.

Agosto foi o mês das viagens. Iniciamos com Canoa Quebrada. Muito lindo o litoral leste. Parece que a natureza tem mais força por lá.

 

 


Então veio Natal, que eu tinha que conhecer o cunhado, a corujinha & CIA. :o)


E hoje a gente encerra o mês revisitando Lagoinha. A história dessa revisita até que é curta, mas não carece de contar aqui.


Sem falar que, no último final de semana de julho, estávamos em Sobral. Teve uma festa espetacular, teve a mulher do Washington no meio do caminho - digo, avenida -, teve uma turma pra lá de legal. Era o esquenta para o mês que vinha.


Aí repito e desenvolvo: com viagens a gente põe mais vida dentro da vida. Erros e desencontros viram histórias para contar. Acertos e encontros viram momentos para rememorar. A gente aprende um pouquinho de si e do outro em cada viagem. A gente cultiva e colhe.

A gente vive.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Onde está Wally?


Me deixa sacudir a poeira que cai sobre o blog sendo ligeiramente fútil? É que é a primeira vez que apareço no jornal, rs. 



Esse casamento aconteceu no dia 28 de abril e foi tão lindo. Quase escrevi sobre ele, mas as reflexões que fiz por lá ou eram de ordem muito íntima ou poderiam expor outras pessoas, então fiquei quietinha. Digamos somente que ele me ajudou a enxergar o que quero para minha vida em certos aspectos. Isso foi muito importante para eu abraçar um presente que o casamento de outra amiga me daria duas semanas depois.

E eu tô me sentindo, ó. ;o)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

E aqui se encerra essa conversa de 30


É só pra postar as fotos, juro. Não tem mais chororô, nem lista, nem reflexão.

Bolo da festa 1.  Taí, meninas, mais uma foto em que sorri demais.
Compacto da festa 1. Faltou a vovó, que estava doente.
Foto preferida da festa 1.
Bolo da festa 2. Sorri demais. De novo.
Compacto da festa 2. Dá pra ver minha concentração ao cortar o bolo?
Prestes a cometer um bolocídio. 
:o)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

E nem doeu, rs.

Essa sou eu trinta anos atrás. :o)

Completei TRINTA ANOS. O dia foi interessante, rs. Tinha assumido um compromisso de postar o resultado da minha experiência em fazer trinta coisas inéditas, mas vai ficar para mais tarde, que hoje estou morta. Veja a hora desta postagem, tenha em mente que acordei às 4h40 da manhã do dia 24, e você entenderá a razão.

Não consegui fazer trinta coisas inéditas, não as da lista pelo menos. Meus amigos vieram aqui para casa e a gente brincou de ineditismos. Depois faço a contabilidade para ver se atingimos a meta. :o)

Ainda falta responder muitas mensagens no Facebook. Agradeço já o carinho de todos.  Prometo que também faço mais tarde.

Beijo pra todos.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Viajando e aprendendo: quando se adora Londres

Dentro da London Eye. Londres não tem Torre Eiffel nem Empire State Building, mas possui a London Eye para proporcionar uma vista linda da cidade.

As cidades que são adoradas e cultuadas raramente me conquistam de primeira. Foi assim com Paris em 2007, por exemplo. Precisei de três dias para começar a adorá-la.

Com Londres aconteceu algo parecido. No dia em que chegamos, ao fazermos o trajeto de metrô do aeroporto para o hotel, tivemos de trocar de estação para continuarmos o percurso. Atravessando a rua, lembro de ter tido um lampejo de admiração pela cidade: "Uau! Londres!" Mas a chuva e a multidão nos dois dias subsequentes (passamos o feriado do domingo de Páscoa lá) garantiram que o lampejo fosse somente um lampejo mesmo. É impossível não admirar a beleza de Londres, sobretudo de prédios como o do Parlamento, mas a cidade ainda não me encantava.

Até o Sol sair, e tudo mudar de figura. O Hyde Park ficou mais lindo, e desconfio que desbancou o Central Park no meu coração. A cidade começou a se tornar familiar e me cativou. Em um dado momento, percebi que adoraria morar lá.

Deixando as impressões de lado e tratando de assuntos mais práticos, a melhor dica que tenho em relação a Londres é a hospedagem. Ficamos no Royal Court Apartments. O hotel fica a duas quadras do Hyde Park e da estação Lancaster Gate, servida pela linha central do metrô. Uma estação bem maior, a Paddington, de onde saem trens expressos para o Heathrow, também se encontra a poucas quadras. Do hotel é possível chegar a Oxford Street (a rua das compras) a pé, mas a caminhada é mais longa. É importante, no entanto, pedir os quartos reformados. As acomodações do hotel possuem cozinha com fogão, frigobar e microondas.

Isso nos permitiu economizar muito com alimentação. Íamos ao Sainsbury's, e comprávamos pão, leite, queijo, suco, e pratos congelados (três por cinco libras!) e garantíamos nosso café da manhã e jantar.

Falando em economizar, em relação a transporte, todos recomendam a compra do Oyster Card. Porque pensávamos que conseguiríamos fazer tudo a pé (a gente devaneia de vez em quando, rs) não o compramos, então não tenho informações sobre ele. Acredito que deva valer a pena. Para vocês terem ideia da economia que se pode fazer, um ticket single ride custa quatro libras e alguma coisa (salvo engano). Já um ticket para o dia inteiro custa sete libras! Imagina um ticket semanal...

A única ressalva é que esses valores se aplicam para transporte dentro das zonas 1 e 2 de Londres. E isso já basta, pelo menos se você se hospedar onde ficamos. Todas as atrações turísticas principais se encontram nessas zonas.

St. Paul Cathedral.
As flores no Hyde Park.

As cabines telefônicas clássicas. Muitas estão sendo desativadas, então é bom aproveitar para tirar foto.
No Madame Tussauds. É enorme! Parece atracão da Disney combinada com a da Universal.

Não podia faltar!

Quem é esse mesmo, V.?

Big Ben e Parlamento. Muito lindo.

Contando os dias para as Olimpíadas.
Tower Bridge
Ameeeeeeeeeeeeei!