sábado, 31 de janeiro de 2009

A loja de experiências

No ano passado, voltava de uma sessão de psicanálise quando pensei o quanto seria bom poder encapsular aquele estado de espírito em que me encontrava para poder usá-lo toda vez que a tristeza me envolvesse.

Imediatamente isso me pareceu a ideia que esperava ter para escrever um conto. Há anos não redigia (pelo menos em português) porque, quando conheci o Mestre Rodrigo Marques (sua poesia ainda terá um post aqui), coloquei-me no meu humilde lugar: melhor só ler o trabalho dos outros mesmo. Naquele tempo, não percebia que escrever pode ser um fim em si mesmo - escrever por escrever, inobstante juízos de valor.

Uma vez que minha analista me incentivava a escrever, decidi tentar.

O resultado ficou distante do conceito original. Permaneceu somente o ato de armazenar algo abstrato. Esse escrito tem um valor especial para mim porque significa uma tentativa de adotar uma nova postura diante da vida. Agora que tenho blog, posso compartilhá-lho:

A loja de experiências.

p.s. geral: O texto não foi escrito de acordo com a nova reforma ortográfica e deu preguiça de revisá-lo.

p.s. para Garota_D: Não consegui ver onde poderia fazer um corte no texto, então coloquei inteiro mesmo.

6 comentários:

Aluízio Loureiro disse...

Esse texto é simplesmente maravilhoso, Raquel!!! Eu leio várias vezes e não me canso, impressionante. Olha, acho que essa história deveria se tornar um livro...
Beijo!

Raquel disse...

Obrigadinha :o)

Garota D disse...

Não vejo a hora de chegar em casa e terminar de ler o texto (estava lendo durante a aula ;]).
Parabéns! Não sei que tipo de experiência eu compraria... ainda estou me decidindo.
beijos!

Maddie Anni Vercelli disse...

Oi fofurette! Obrigada pelo apoio ao lixo viu? Vou vir sempre por aqui para ver seus reflexos! Beijas

Karin disse...

Oi Raquel, gostei do seu blog!
Quero ler este texto depois com calma.
Beijos

Raquel disse...

Obrigada, garotas blogueiras!!