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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

retrospectiva 2012

foi um voo

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Este deveria ter sido o último post de 2012, mas acabou que fiquei ocupada demais em relaxar no Aquaville, e só agora retornei à Fortaleza para pôr a mão na massa. 

Em face de grandes perdas que pessoas próximas sofreram, tive receio de festejar meu 2012. Percebi, no entanto, que esse é o ritmo da vida: um suceder de altos e baixos, curtos ou longos, que raramente seguem compassados com os de nossos amigos e familiares. Pensei então que, por isso mesmo, pela efemeridade dos estados e das coisas, nada mais salutar do que celebrar o Bom. 

Com isso em mente, tenho que a palavra para definir o que sinto em relação ao ano que passou é gratidão. Foi um ano incrível, cheio de vida e aprendizados, mesmo nos momentos mais difíceis. Tive medo dos trinta anos, mas acho que foram tantos votos sinceros de felicidade no meu aniversário, que o Universo ouviu. Me tornei uma balzaquiana bem feliz. 

E ele vai morrer de vergonha quando ler isto aqui, mas vou repartir publicamente o que já foi dito entre dois: Betoti, você foi meu melhor presente de 2012. Obrigada por somar aos meus amigos e família, por fornecer apoio quando precisei, por marcar colado com as minhas faltas, por me trazer ao seu mundo. Obrigada por tudo. 

Vai atrasado, mas vai valendo: 
 Feliz 2013, galera! 

p.s.: Sinto-me na obrigação de reconhecer que as músicas do vídeo ficaram como as trilhas sonoras das novelas da globo: letra da canção nada a ver com o contexto. Foi o jeito...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

minha retrospectiva

Que jornada foi 2011. Fui de Jeri a Nova York. No meio do caminho, passei por Recife, Orlando, São Paulo. Tropecei em algumas pedras, encarei um Sol de queimar retinas, achei uma sombra para me abrigar, descobri um tesouro e vou tentar seguir o mapa da mina. Uma Pessoa Inteligente vive dizendo que não tenho noção do poder que tenho. Está aí um bom desafio para 2012, não?

Neste ano, resolvi que ia deixar as imagens falarem por mim na minha retrospectiva:



Então, o que me resta dizer?

Feliz 2012, gente!



p.s.: O "meu nunca" que aparece na minha "performance" ao som de Alanis Morissette tem origem neste blog aqui.

p.p.s.: Não deu para inserir o vídeo com as filmagens de NYC, porque Miss Independent não dura para sempre, rs, mas aqui está o pedaço que ficou de fora na edição final.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Minha retrospectiva


Coube muita coisa neste ano. Tanta coisa que até assusta.

Parece que foi ontem que 2010 começou. Desci com o Dinho para a Beira Mar a fim de vermos os fogos na praia. Caminhamos no calçadão depois, mas me sentia cansada e voltamos logo. Já era a baita da virose mostrando suas garras. Doença como aquela não quero mais ver. Pegou fígado e coração. Só melhorei no final do mês de janeiro.

Com saúde, a gente enfrenta tudo. Neste ano, couberam 12 dias de silêncio, um fim e um recomeço, um barraco (meu primeiro tapa na cara, meu primeiro revide, meu primeiro BO por questões assim).

Em 2010, coube morar sozinha. Primeiro foi difícil, depois melhorou e ficou ótimo. Não tem mais sabor de novidade, mas ainda assim é bom. Gosto muito do silêncio que me acompanha no café da manhã. Gosto menos dos afazeres de casa, mas eles explicitam que agora sou eu por mim mesma, então tudo bem.

Coube também a felicidade de ver o blog ser acessado 56 vezes em um dia graças a uma história que aconteceu na vida real.

Neste ano, além do apoio dos amigos distantes, coube redescobrir o prazer de sair com as amigas, ver o quanto elas estão sempre aí para o que der e vier. Couberam vários restaurantes: Sah, Santa Grelha, Misaki, Maee, Soho. Couberam filmes e peças, por mais que o Dinho fosse assistir meio sem vontade. Coube até show do ABBA no Mucuripe!

Couberam viagens também. Primeiro Lagoinha no Carnaval, depois Icaraí de Amontada, Natal e Recife desacompanhada.

Couberam enfrentamentos vários neste ano. Venci medos, mas outros ainda me vencem. Questão de tempo, espero. Coloquei em pratos limpos com minha mãe a história de meu nascimento e gostei da sensação de estarmos adultas naquela conversa.

Coube tristeza, coube raiva, coube vida.

Coube amor. Não falo tanto assim porque é nosso e só nos diz respeito. Ly, dinhote.

Enfim, coube tanta coisa que assusta. Aliás, não assusta, não. Isso é só forma de dizer e de exagerar o tanto de coisa. Tanta coisa cabendo assim em 2010 atesta que apenas vivendo a gente vive. E convive com altos e baixos, com tristezas e alegrias, com perdas e ganhos. A gente aprende que tudo é experiência, que tudo escreve a nossa história de vida.

Com esse aprendizado, desejo:

Feliz 2011!

Que ele seja bem largo para caber mais vida.

Para mim e para vocês.